
Minha Abordagem
Utilizo a psicanálise como orientação de pensamento, porque ela permite acessar dimensões profundas do sujeito — conflitos internos, repetições, vínculos, afetos e conteúdos inconscientes que influenciam como cada pessoa sente, age e se relaciona. A escuta psicanalítica abre espaço para que aquilo que dói, mas ainda não encontrou palavra, possa ser elaborado com tempo, cuidado e verdade.
Ao mesmo tempo, minha prática se apoia na psicologia enquanto ciência, considerando sintomas, quadros clínicos e evidências que orientam o manejo responsável do sofrimento psíquico. Condições como ansiedade, depressão, Burnout, pânico, TDAH e autismo são compreendidas com seriedade e rigor técnico — não como rótulos fixos, mas como fenômenos importantes na construção de cada sujeito. A psicanálise não substitui esse olhar; ela o aprofunda.
Como psicóloga, atuo de forma ética, regulamentada e responsável, de acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, que orienta toda a minha conduta clínica. Isso inclui sigilo, respeito à singularidade, garantia de autonomia do paciente, compromisso com o bem-estar, atuação técnica baseada em formação reconhecida e registro profissional ativo. Esse compromisso ético assegura que o espaço terapêutico seja seguro, confiável e honesto — livre de julgamentos, interferências indevidas ou práticas que fujam da ciência psicológica.
Assim, minha abordagem integra o melhor dos dois mundos: a profundidade da psicanálise e a clareza conceitual da psicologia. No processo terapêutico, caminhamos juntos para compreender sentidos, elaborar vivências, reconhecer padrões, fortalecer recursos internos e construir novas formas de existir no mundo. É um cuidado que olha tanto para a história quanto para o presente, tanto para o sujeito quanto para os fenômenos clínicos que o atravessam.

